A história do Dia das Mães é marcada por um paradoxo iniciado por sua fundadora, Anna Jarvis. Após a morte de sua mãe em 1905, Jarvis dedicou-se a criar uma data nacional que celebrasse a maternidade, objetivo alcançado em 1914 nos Estados Unidos. Contudo, a idealizadora rapidamente se decepcionou com a transformação da celebração em um evento focado no consumo, chegando a protestar contra o uso de cartões e presentes. Em sua frustração, a ativista chegou a lutar ativamente pela revogação do feriado, considerando os comerciantes 'aproveitadores' que deturpavam o propósito original de sua iniciativa.
No Brasil, a data foi oficializada em 1932 por Getúlio Vargas, consolidando-se ao longo das décadas como uma das datas mais lucrativas para o setor varejista. Apesar do arrependimento público de Jarvis e de suas tentativas de deslegitimar a celebração, o Dia das Mães permanece como um marco cultural e econômico relevante, movimentando bilhões de reais anualmente e mantendo sua posição de destaque no calendário comercial.
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