Turismo em parques nacionais injeta R$ 20,3 bilhões no PIB em 2025
Recorde de 28,5 milhões de visitas em unidades de conservação federais movimentou R$ 40,7 bilhões e sustentou mais de 332 mil empregos no país.
Pontos principais
- O setor movimentou R$ 40,7 bilhões em vendas e gerou R$ 3 bilhões em impostos no ano de 2025.
- Foram registrados 28,5 milhões de visitantes em 175 unidades de conservação, um recorde histórico.
- O Parque Nacional da Tijuca, o Parque Nacional do Iguaçu e o de Jericoacoara foram os mais visitados.
- O retorno econômico é de R$ 16 para cada R$ 1 investido pelo governo no ICMBio.
- O sistema de áreas protegidas foi ampliado com a criação de 20 novas unidades desde 2023.
O turismo em unidades de conservação federais brasileiras alcançou um patamar histórico em 2025, registrando 28,5 milhões de visitas em 175 parques, o maior volume desde o ano 2000. Segundo dados baseados no modelo internacional TEMPA, essa movimentação injetou R$ 20,3 bilhões no PIB nacional e movimentou R$ 40,7 bilhões em vendas totais, sendo responsável pela manutenção de mais de 332,5 mil postos de trabalho. O desempenho reflete a estratégia de expansão do sistema de áreas protegidas, que incluiu a criação de 20 novas unidades desde 2023. A relevância econômica do setor é destacada pela eficiência do gasto público, onde cada real investido no ICMBio gera R$ 16 em valor agregado. Com o Parque Nacional da Tijuca liderando o ranking de público, o ecoturismo consolida-se como um pilar estratégico para o desenvolvimento regional e a arrecadação de impostos, que somaram R$ 3 bilhões no período.
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