Os professores e servidores da rede municipal de ensino de São Paulo decidiram pela continuidade da greve iniciada em 28 de abril. A decisão foi tomada após a categoria rejeitar a proposta de reajuste salarial de 3,51% apresentada pelo governo municipal, que alega um impacto de R$ 1 bilhão anual na folha de pagamento. Além da questão salarial, os sindicatos manifestam preocupação com pontos do projeto de lei que, segundo eles, podem precarizar as condições de trabalho e facilitar a privatização da educação infantil na capital paulista. Em resposta à paralisação, o Tribunal de Justiça de São Paulo estabeleceu que as unidades escolares devem operar com, no mínimo, 70% de sua capacidade. O impasse segue sem resolução, com uma nova mobilização agendada para o dia 13 de maio em frente à prefeitura.
12 mai, 23:04
24 abr, 01:01
16 abr, 00:01
13 abr, 16:03
9 abr, 19:01
Carregando comentários...