Professores da rede municipal de SP mantêm greve após rejeitar reajuste
Categoria rejeita proposta de 3,51% da prefeitura e mantém paralisação iniciada em abril por melhores condições salariais e contra privatizações.
Pontos principais
- Professores e servidores rejeitaram o reajuste salarial de 3,51% oferecido pela prefeitura de São Paulo.
- A categoria reivindica valores superiores para recompor perdas inflacionárias acumuladas.
- Sindicatos apontam riscos de precarização do trabalho e privatização na educação infantil no projeto municipal.
- O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a manutenção de 70% das atividades escolares durante a greve.
- Uma nova manifestação está programada para o dia 13 de maio em frente à sede da prefeitura.
Os professores e servidores da rede municipal de ensino de São Paulo decidiram pela continuidade da greve iniciada em 28 de abril. A decisão foi tomada após a categoria rejeitar a proposta de reajuste salarial de 3,51% apresentada pelo governo municipal, que alega um impacto de R$ 1 bilhão anual na folha de pagamento. Além da questão salarial, os sindicatos manifestam preocupação com pontos do projeto de lei que, segundo eles, podem precarizar as condições de trabalho e facilitar a privatização da educação infantil na capital paulista. Em resposta à paralisação, o Tribunal de Justiça de São Paulo estabeleceu que as unidades escolares devem operar com, no mínimo, 70% de sua capacidade. O impasse segue sem resolução, com uma nova mobilização agendada para o dia 13 de maio em frente à prefeitura.
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