O investimento offshore de famílias brasileiras se transforma de diversificação de produtos para uma estratégia de planejamento patrimonial e de vida, exigindo um novo papel dos assessores financeiros.

O investimento offshore de famílias brasileiras está evoluindo de uma simples estratégia de diversificação para um planejamento patrimonial e de vida mais abrangente. Essa mudança exige um novo papel dos assessores financeiros, que agora precisam ir além da alocação de produtos para oferecer suporte em planejamento de vida no exterior, incluindo imóveis e educação. A busca por essa abordagem mais holística foi impulsionada pela pandemia de COVID-19 e pela depreciação do real em 2020, que incentivaram a diversificação geográfica para preservar o patrimônio.
Nesse novo cenário, os assessores precisam focar em planejamento patrimonial, estrutura sucessória e suporte operacional no exterior. O papel do advisor se aproxima do modelo americano, atuando mais como conselheiro de vida do que como vendedor de produtos. Essa transformação do offshore movimenta uma rede de serviços que vai além das finanças, englobando o mercado imobiliário e o suporte jurídico nos Estados Unidos, país que possui maior maturidade em planejamento patrimonial de longo prazo.
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