Agências de saúde dos EUA suprimem estudos sobre vacinas, dizem médicos
Médicos e cientistas alertam que agências de saúde dos EUA estão suprimindo estudos e publicações sobre vacinas, incluindo as de COVID e herpes zóster, ameaçando a saúde pública.
Pontos principais
- Agências de saúde dos EUA são questionadas por controlar a comunicação pública sobre vacinas.
- Críticos afirmam que o debate está obscurecendo a necessidade de informar o público sobre atualizações científicas e médicas.
- Estudos sobre a segurança de vacinas contra herpes zóster e COVID foram supostamente suprimidos pela FDA antes da publicação.
- A publicação de um estudo sobre a eficácia de reforços de COVID foi interrompida pelo CDC.
- Pesquisas foram terminadas ou não aprovadas no NIH devido a palavras-chave como "hesitação" e "desinformação".
Médicos e cientistas nos Estados Unidos estão alertando que decisões de agências de saúde federais, como a Food and Drug Administration (FDA) e o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), estão resultando na supressão de estudos e publicações científicas relacionadas a vacinas. Essa prática, que inclui pesquisas sobre vacinas de COVID-19 e herpes zóster, levanta preocupações sobre o controle da comunicação pública e a disponibilidade de informações cruciais para a saúde.
Críticos argumentam que a interrupção de publicações e a não aprovação de pesquisas, especialmente aquelas que utilizam termos como "hesitação" e "desinformação", podem obscurecer descobertas importantes e impedir que o público tenha acesso a atualizações científicas e médicas essenciais. A supressão desses estudos e pesquisas pode, segundo os especialistas, ameaçar a saúde pública ao limitar o conhecimento e o debate sobre a segurança e eficácia das vacinas.
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