Rede clandestina contrabandeia Starlink para combater censura no Irã
Uma rede clandestina está contrabandeando terminais Starlink para o Irã, permitindo que cidadãos contornem o apagão de internet imposto pelo governo e compartilhem informações.
Pontos principais
- Uma rede clandestina, liderada por indivíduos como 'Sahand', contrabandeia terminais Starlink para o Irã.
- O objetivo é combater o apagão de internet imposto pelo governo iraniano, que já dura mais de dois meses.
- A tecnologia Starlink, da SpaceX de Elon Musk, permite acesso à internet via satélite, contornando a censura estatal.
- O governo iraniano criminalizou o uso e a importação de Starlink, com penas de até 10 anos de prisão, e já realizou detenções.
- Apesar dos riscos, o mercado clandestino de terminais Starlink persiste, com financiamento vindo de iranianos no exterior.
Uma rede clandestina está operando para contrabandear terminais Starlink para o Irã, com o objetivo de combater o apagão de internet imposto pelo governo. Liderada por indivíduos como 'Sahand', a iniciativa permite que cidadãos iranianos acessem a internet via satélite, contornando a censura e o controle estatal sobre as comunicações. O Irã vive um apagão digital há mais de dois meses, iniciado após ataques aéreos dos EUA e Israel, e o governo justifica a medida por razões de segurança, mas organizações de direitos humanos alertam que isso viola direitos humanos e permite o controle da narrativa.
O governo iraniano criminalizou o uso e a importação de Starlink, com penas que podem chegar a 10 anos de prisão, e várias pessoas já foram detidas. Apesar dos riscos, o mercado para terminais Starlink persiste, com milhares de unidades vendidas através de canais clandestinos. O financiamento para a compra e transporte dos terminais vem de iranianos no exterior e outros que buscam ajudar a população a ter acesso à informação e divulgar a situação interna.
Comentários
Carregando comentários...
