A Suprema Corte da Geórgia puniu a promotora Deborah Leslie por usar inteligência artificial de forma incorreta, resultando na inclusão de citações falsas em uma decisão judicial de um caso de assassinato. A promotora foi proibida de atuar perante os juízes por seis meses e deverá passar por treinamento ético e sobre o uso correto de IA. Numerosas citações fictícias foram incluídas em uma decisão de 2025 que negava um novo julgamento a um réu acusado de assassinato, o que levou o juiz Benjamin Land a criticar a violação das normas e a conduta inadequada da advogada.
Leslie pediu desculpas, admitindo não ter verificado as citações geradas pela ferramenta de IA. A sanção está ligada ao processo de Hannah Payne, condenada por assassinato e cárcere privado. A Suprema Corte anulou a decisão anterior e determinou a elaboração de uma nova sentença sem as informações incorretas, destacando a importância da verificação humana no uso de tecnologias emergentes no sistema jurídico.
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