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Influenciadora brasileira não denunciará xenofobia nos EUA

Jad Holland, influenciadora brasileira, decidiu não denunciar ataques xenofóbicos nos EUA, alegando que a legislação local não os tipifica como crime.

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Foto: G1 Mundo
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05/05 às 06:02

Pontos principais

  • A influenciadora Jad Holland e seu marido, Hansen Holland, são alvo de comentários xenofóbicos nas redes sociais nos EUA.
  • Jad Holland não pretende denunciar os ataques, pois nos Estados Unidos a xenofobia não é tipificada como crime, sendo considerada liberdade de expressão.
  • Os ataques incluem frases como "Seus filhos serão mestiços nojentos" e "Deporte-a", e se intensificaram recentemente.
  • A influenciadora, que se considera branca no Brasil, é vista como "brown" ou "latina" nos EUA.
  • O caso ocorre em meio a uma onda de perseguição a imigrantes por parte do ICE, influenciada por promessas de campanha de Donald Trump.

A influenciadora brasileira Jad Holland, residente nos Estados Unidos, decidiu não denunciar os ataques xenofóbicos que ela e seu marido, Hansen Holland, têm recebido nas redes sociais. Segundo Holland, a legislação americana não tipifica a xenofobia como crime, enquadrando-a como liberdade de expressão, diferentemente da legislação brasileira, onde tais atos são criminalizados. Os comentários, que se intensificaram recentemente, incluem ofensas como "Seus filhos serão mestiços nojentos" e "Deporte-a".

Jad Holland, que se identifica como branca no Brasil, é percebida como "brown" ou "latina" nos EUA, e já enfrentou situações semelhantes anteriormente. Embora o casal não se sinta pessoalmente afetado pelos comentários, eles expressam preocupação com a normalização de discursos de ódio. O contexto atual nos EUA, com uma crescente perseguição a imigrantes por parte do ICE, influenciada por promessas de campanha de Donald Trump, contribui para a relevância do caso.

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