O Inca e o Ministério da Saúde lançaram novas diretrizes para a vigilância do câncer relacionado ao trabalho, expandindo a lista de tipos de câncer associados a exposições ocupacionais de 19 para 50.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca), em colaboração com o Ministério da Saúde, lançou as Diretrizes para a Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho (versão 2026). O objetivo é aprimorar a identificação e prevenção de cânceres associados a exposições ocupacionais no Brasil. A principal mudança é a expansão da lista de tipos de câncer relacionados ao trabalho, que passou de 19 para 50, incorporando novos agentes químicos, físicos e biológicos classificados como cancerígenos, além de ocupações como bombeiro e trabalho noturno.
As diretrizes foram atualizadas com base em avanços científicos e são projetadas para auxiliar os profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) na identificação de fatores de risco. A nova versão, mais enxuta e prática, inclui exemplos clínicos para facilitar a rotina de trabalho. A iniciativa busca fortalecer a vigilância, o desenvolvimento de políticas públicas e a prevenção de casos de câncer ocupacional, abrangendo agora cânceres como os de mama, ovário, próstata, colorretal, fígado, hematológicos, bexiga, pulmão e pele.
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