Documentos antes sigilosos do Exército brasileiro foram revelados após décadas, intensificando a pressão sobre o Estado para investigar crimes cometidos durante a ditadura militar. O acervo pertence ao Coronel Cyro Etchegoyen, que é apontado como responsável pela Casa da Morte, um local notório onde opositores do regime foram torturados e mortos.
As revelações, segundo historiadores, reforçam a necessidade de o Estado brasileiro aprofundar as investigações sobre os crimes da repressão. A divulgação desses documentos reacende o debate sobre a responsabilização e a busca por justiça em relação aos eventos ocorridos durante o período da ditadura no Brasil.
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