A startup pernambucana Volund, sediada no Porto Digital, busca faturar R$ 50 milhões com sua "engenharia agêntica", um modelo de desenvolvimento de software que utiliza agentes de inteligência artificial em todo o ciclo de produção.

A startup pernambucana Volund, fundada por Vinícius Guedes em fevereiro de 2026 e sediada no Porto Digital, projeta faturar R$ 50 milhões com sua abordagem de "engenharia agêntica". Este modelo de desenvolvimento de software emprega agentes de inteligência artificial para automatizar todo o ciclo de produção, desde o levantamento de requisitos até a documentação final.
A Volund, que se posiciona como uma empresa de serviços, busca preencher uma lacuna técnica na operacionalização de software, oferecendo uma "esteira agêntica" de ponta a ponta. A empresa afirma ser até 15 vezes mais produtiva que uma fábrica de software convencional, utilizando uma agente de IA interna chamada Vitória para atuar como chief of staff virtual. A startup, que é um desdobramento do Extreme Group, tem como foco os setores público, de saúde e financeiro, e planeja expandir suas operações para a América Latina e os Estados Unidos.
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