A Rota Bioceânica, também conhecida como Corredor de Capricórnio, é apresentada como uma alternativa estratégica ao Canal do Panamá, prometendo reduzir custos logísticos e impulsionar o comércio exterior brasileiro com a Ásia.
A Rota Bioceânica, ou Corredor de Capricórnio, emerge como uma alternativa estratégica para o comércio exterior brasileiro, buscando reduzir a dependência do Canal do Panamá e otimizar os custos logísticos para a Ásia. O projeto, que consiste em uma rota rodoviária de 3.220 km, conectará o Porto de Santos a portos chilenos no Pacífico, atravessando Paraguai e Argentina. Esta nova via representa uma redução significativa em comparação aos 7.500 km percorridos via Canal do Panamá.
Com a conclusão prevista para 2027 e operação plena em 2028, a rota promete uma economia de US$ 20 a US$ 25 por tonelada para estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Cerca de 85% da infraestrutura já está pronta, sendo a ponte em Porto Murtinho o principal ponto de atenção. Além dos benefícios econômicos, a Rota Bioceânica é vista como uma "redenção logística" que pode desafogar portos brasileiros e atrair investimentos internacionais, apesar dos desafios regulatórios para harmonizar normas entre os países envolvidos.
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