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Empresa ligada a Trump contra-processa Justin Sun por difamação

A World Liberty Financial, associada a Donald Trump, contra-processou Justin Sun por difamação e violações de contrato, após Sun alegar fraude e tentar derrubar o valor de seu token.

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Foto: InfoMoney
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04/05 às 11:05 · atualizado há 2m

Pontos principais

  • World Liberty Financial, empresa ligada a Donald Trump, contra-processou Justin Sun em um tribunal da Flórida.
  • A ação acusa Sun de difamação, violações de contrato e de orquestrar uma campanha para derrubar o valor do token WLFI.
  • O contra-processo é uma resposta às acusações de fraude feitas por Justin Sun contra a empresa.
  • A World Liberty alega que Sun transferiu indevidamente tokens WLFI com direitos de voto para a Binance e fez apostas contra o valor do token (short selling).
  • Zach Witkoff, CEO da World Liberty, afirmou que Sun sabia que suas alegações eram falsas e as fez para prejudicar os detentores de tokens.
  • Justin Sun nega as acusações, classificando o processo como um golpe de relações públicas.
  • Sun havia processado a World Liberty em abril, alegando que a empresa congelou ilegalmente seus tokens.
  • O token WLFI da World Liberty Financial acumula queda de cerca de 72% desde o início das negociações públicas em setembro.
  • A família Trump já obteve mais de US$1 bilhão com a World Liberty, com 75% da receita das vendas de tokens WLFI sendo direcionada a eles.

A World Liberty Financial, empresa com ligações a Donald Trump, moveu um contra-processo contra o bilionário das criptomoedas Justin Sun em um tribunal estadual da Flórida, acusando-o de difamação e violações de contrato. A empresa alega que Sun orquestrou uma campanha de mídia coordenada contra o projeto, buscando prejudicar sua reputação e operações, além de tentar derrubar o valor de mercado de seu token WLFI. Segundo Zach Witkoff, CEO da World Liberty, Sun sabia que suas alegações eram falsas e as fez para prejudicar os detentores de tokens. A World Liberty também acusa Sun de ter transferido indevidamente tokens WLFI com direitos de voto e governança para a Binance e de ter feito apostas contra o valor de mercado do WLFI (short selling), como parte de um esforço coordenado para derrubar o preço do token quando o comércio público começou em setembro.

Esta ação judicial surge um mês após Justin Sun ter iniciado seu próprio processo legal contra a World Liberty Financial, alegando fraude e que a empresa congelou ilegalmente seus tokens, indicando uma escalada nas disputas entre as partes. Justin Sun, conhecido por seus empreendimentos no setor de criptomoedas e fundador da Tron, nega as acusações e classifica o processo como um golpe de relações públicas. A disputa marca uma reviravolta na relação entre as partes, já que Sun era um dos maiores apoiadores iniciais da família Trump no espaço cripto. O token WLFI da World Liberty Financial acumula queda de cerca de 72% desde o início das negociações públicas em setembro, e a família Trump já obteve mais de US$1 bilhão com a empresa, com 75% da receita das vendas de tokens WLFI sendo direcionada a eles.

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