Acionista minoritário da Tupy pede reprovação de contas de 2025
A gestora Charles River, acionista minoritária da Tupy, solicitou a reprovação das contas de 2025 da empresa, alegando quebra de deveres fiduciários e atuação coordenada de BNDESPar e Previ.
Pontos principais
- A gestora Charles River, acionista minoritária da Tupy, pediu a reprovação das contas de 2025 da empresa.
- A Charles River acusa a administração da Tupy de quebra de deveres fiduciários.
- O fundo aponta que 2025 teve "indícios de infração a deveres fiduciários".
- Acionistas BNDESPar e Previ são questionados por atuarem de forma coordenada no controle da Tupy.
- A gestora afirma que BNDESPar e Previ exercem o "efetivo controle" da companhia.
A gestora Charles River, acionista minoritária da Tupy, solicitou a reprovação das contas da empresa referentes ao ano de 2025. A gestora alega que houve quebra de deveres fiduciários por parte da administração da Tupy e aponta indícios de infração a esses deveres durante o período. As acusações foram detalhadas em um documento obtido pela Folha.
Além disso, a Charles River questiona a atuação coordenada dos acionistas BNDESPar e Previ, afirmando que ambos exercem o "efetivo controle" da Tupy. A gestora argumenta que essa coordenação levanta preocupações sobre a governança corporativa e a proteção dos interesses dos acionistas minoritários.
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