Os Estados Unidos se preparam para sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2028, com o México e o Canadá atuando como co-anfitriões da Copa. A abordagem adotada pelos EUA busca replicar o sucesso econômico de eventos passados, como as Olimpíadas de Los Angeles em 1984 e Barcelona em 1992, que se destacaram por gerar lucros e impulsionar o desenvolvimento de infraestrutura. A estratégia principal é utilizar a infraestrutura já existente para reduzir os gastos e evitar os altos custos e o baixo retorno financeiro que caracterizaram muitos megaeventos recentes.
Historicamente, megaeventos têm o potencial de impulsionar o desenvolvimento econômico e a infraestrutura, embora o impacto a longo prazo seja difícil de mensurar. Enquanto Los Angeles 1984 obteve um lucro de US$ 215 milhões e Barcelona 1992 utilizou os jogos para uma reestruturação urbana significativa, investindo a maior parte em infraestrutura não esportiva, muitos eventos subsequentes, como Atenas 2004 e a Copa do Mundo na África do Sul, enfrentaram estouros orçamentários. Relatórios da Moody’s indicam que o impacto econômico de curto prazo para os países sede da Copa deste ano será marginal, e o turismo pode ser afetado pelo "efeito de deslocamento".
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