Os atos pró e contra o governo federal realizados no Dia do Trabalhador em São Paulo registraram baixa adesão. O evento petista, organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos na Liberdade, reuniu aproximadamente 400 pessoas. Entre os presentes, destacaram-se Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva, que abordaram temas como a não aprovação de Jorge Messias para o STF e a defesa do fim da escala 6x1 sem redução salarial. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não compareceu presencialmente pelo segundo ano consecutivo.
Simultaneamente, grupos bolsonaristas se manifestaram na Avenida Paulista, com a presença de cerca de 95 participantes. As críticas se concentraram no custo de vida e na carga tributária. Manifestações com características semelhantes também foram observadas em outras cidades brasileiras, como Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, indicando um cenário de menor mobilização popular nos eventos do 1º de Maio.
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