A administração Trump está intensificando a pressão sobre diversos países para que repatriem seus cidadãos que se encontram detidos na Síria. Esta iniciativa visa resolver a situação de indivíduos presos no país após a queda do Estado Islâmico, com os Estados Unidos em comunicação ativa com as nações envolvidas para facilitar o retorno de seus nacionais.
Em contraste com o apelo americano, o governo australiano tem mantido uma postura inflexível, recusando-se a auxiliar mulheres e crianças australianas que estão detidas na Síria. Um grupo específico, composto por quatro mulheres, nove crianças e netos, deixou o acampamento al-Roj com a intenção de retornar à Austrália, mas a recusa do governo Albanese em oferecer suporte resultou na sua permanência em Damasco. As autoridades sírias confirmaram que o grupo de australianos aguarda uma solução para sua situação.
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