O governo Trump iniciou a retirada de suas forças militares da Síria, transferindo a responsabilidade do combate ao Estado Islâmico para o governo de Ahmed al-Sharaa. Esta mudança estratégica envolve a remoção de aproximadamente 1.000 soldados americanos e o fim da presença militar dos EUA na base de Al-Tanf, agora sob controle do exército sírio. Em troca de sua participação na coalizão liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico, al-Sharaa receberá alívio de sanções e apoio para assumir o controle de áreas curdas.
Embora um alto funcionário dos EUA tenha declarado que uma presença militar significativa não é mais essencial, o governo Trump mantém a prontidão para responder a quaisquer ameaças do Estado Islâmico. A organização terrorista ainda possui presença na Síria, tendo realizado ataques recentes, e as forças americanas continuam engajadas no combate aos seus militantes, mesmo com a reconfiguração da estratégia de segurança na região.
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