O Brasil se consolidou como um país acolhedor, abrigando mais de 2 milhões de imigrantes e refugiados de 200 nacionalidades, conforme o 12º Relatório Anual do Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra). Venezuelanos, haitianos, cubanos e angolanos representam os maiores grupos. O estudo, apresentado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, serve de base para a nova Política Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia (PNMRA), que reafirma o compromisso do país com os direitos humanos e a cooperação internacional.
O relatório destaca um aumento de 54% no fluxo de trabalhadores migrantes no mercado de trabalho formal entre 2023 e 2025, impulsionado pela demanda por mão de obra em um cenário de pleno emprego. Apesar disso, desafios persistem, como a subocupação de imigrantes qualificados, a informalidade de trabalhadores domésticos e a necessidade de reconhecimento de diplomas. O aumento de migrantes inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e nas matrículas escolares também evidencia a vulnerabilidade socioeconômica e a necessidade de políticas articuladas de assistência social, educação e proteção à infância.
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