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Nigel Farage é investigado por doação de £5 mi de bilionário crypto

Nigel Farage, líder do Reform UK, está sob investigação do órgão fiscalizador de padrões do parlamento após receber £5 milhões de um bilionário de criptomoedas, valor que não foi declarado publicamente antes de sua candidatura.

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Foto: The Guardian World
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29/04 às 08:07 · atualizado 15:07

Pontos principais

  • Nigel Farage recebeu £5 milhões do magnata de criptomoedas Christopher Harborne em 2024.
  • O pagamento ocorreu semanas antes de Farage anunciar sua candidatura nas eleições gerais britânicas de 2024.
  • Farage havia declarado anteriormente que não pretendia concorrer como deputado.
  • Ele admitiu que o valor foi para sua 'segurança pessoal'.
  • A doação não havia sido divulgada publicamente antes da admissão de Farage, que ocorreu após ser abordado pelo The Guardian.
  • Farage foi encaminhado ao órgão fiscalizador de padrões do parlamento britânico.
  • A denúncia foi feita pelo Partido Conservador, citando regras de declaração de benefícios pessoais.
  • As regras exigem que deputados declarem benefícios recebidos 12 meses antes de assumir o cargo e dentro de um mês após a eleição.

Nigel Farage, figura política britânica e líder do partido Reform UK, recebeu uma doação de £5 milhões do bilionário de criptomoedas Christopher Harborne em 2024. A revelação, feita pelo jornal The Guardian, indica que o pagamento ocorreu pouco antes de Farage anunciar sua decisão de concorrer nas eleições gerais britânicas daquele ano. Anteriormente, Farage havia afirmado que não pretendia se candidatar a deputado, mudando de ideia semanas após o recebimento do valor. Ele admitiu ter aceitado a doação pessoalmente de Harborne, um empresário baseado na Tailândia, afirmando que o valor foi destinado à sua 'segurança pessoal'.

A informação foi tornada pública por Farage após ser questionado pelo The Guardian, levantando questões sobre a transparência do financiamento político e pessoal de figuras públicas no cenário eleitoral britânico. Em desdobramento, Farage foi encaminhado ao órgão fiscalizador de padrões do parlamento britânico. A denúncia foi feita pelo Partido Conservador, citando as regras que exigem que deputados declarem benefícios recebidos 12 meses antes de assumir o cargo e dentro de um mês após a eleição. Partidos rivais exigem uma investigação completa sobre o caso.

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