A administração Trump exige a demissão de Jimmy Kimmel da Disney após uma piada sobre Melania Trump, gerando pressão sobre o novo CEO e possível revisão de licenças da ABC pela FCC.
Uma piada feita pelo comediante Jimmy Kimmel sobre Melania Trump, na qual ele a chamou de "futura viúva", reacendeu a rivalidade entre Kimmel e o ex-presidente Donald Trump. O comentário foi exibido dias antes do tradicional jantar dos correspondentes da Casa Branca e de um ataque a tiros em um evento com o presidente, onde um homem disparou contra um agente de segurança. A Casa Branca, por meio de Steven Cheung, exigiu a demissão de Kimmel, acusando-o de fazer uma piada "nojenta" sobre o assassinato do presidente e classificando-a como "incitação à violência".
Melania Trump também se manifestou, chamando Kimmel de "covarde" e criticando sua "retórica odiosa e violenta", cobrando um posicionamento da emissora ABC. Kimmel defendeu sua piada, afirmando que foi mal interpretada e se referia à diferença de idade entre o presidente e a primeira-dama, e posteriormente se desculpou. Este incidente representa a primeira grande crise para Josh D’Amaro, o novo presidente-executivo da Walt Disney, que agora enfrenta intensa pressão. A controvérsia também levou a Federal Communications Commission (FCC) a considerar ordenar a revisão das licenças das emissoras ABC de propriedade da Disney, o que poderia afetar significativamente a empresa. O presidente da FCC, Brendan Carr, já havia pressionado pela suspensão do programa de Kimmel em 2025 devido a comentários anteriores, e Kimmel já teve seu programa suspenso em setembro de 2025 após fazer comentários sobre o ativista conservador Charlie Kirk, que foi baleado e morto.
G1 Mundo • 28 abr, 19:00
InfoMoney • 28 abr, 14:24
Financial Times World • 28 abr, 13:59
28 abr, 17:04
27 abr, 13:03
27 abr, 10:02
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