O CEO da United Airlines, Scott Kirby, confirmou o fim das discussões sobre uma possível fusão com a American Airlines, após a recusa da concorrente e a preferência do presidente Donald Trump por maior concorrência.
O CEO da United Airlines, Scott Kirby, confirmou o fim das negociações para uma possível fusão com a American Airlines. Kirby havia abordado a American Airlines com uma proposta para discutir os potenciais benefícios de uma união entre as duas grandes companhias aéreas, mas as conversas não avançaram, resultando no encerramento das discussões. Esta é a primeira vez que a United Airlines confirma publicamente a tentativa de fusão.
Kirby expressou desapontamento com a American Airlines por recusar as negociações, alegando que o acordo teria um impacto positivo na criação de empregos e impulsionaria a economia, criando uma companhia aérea globalmente competitiva. No entanto, Robert Isom, CEO da American Airlines, expressou desinteresse na fusão, classificando-a como "ruim para os clientes e para o setor". Além disso, o presidente Donald Trump manifestou preferência por manter as empresas separadas para garantir mais concorrência no setor aéreo. Kirby argumentou que a fusão poderia ter sido aprovada por reguladores com desinvestimentos em mercados domésticos, mas a falta de interesse da American e a postura de Trump foram decisivas para o encerramento das tratativas.
InfoMoney • 27 abr, 12:45
NYTimes World • 27 abr, 09:37
Financial Times World • 27 abr, 09:18
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