Uma série de ataques terroristas no oeste e sudoeste da Colômbia, incluindo um com bomba que matou sete pessoas, intensifica a violência antes das eleições presidenciais.
A Colômbia foi alvo de uma série de ataques terroristas no oeste e sudoeste do país, intensificando a violência a um mês das eleições presidenciais. Em Cajibío, no departamento de Cauca, um atentado com explosivos matou sete civis e feriu 20. Paralelamente, em Cali e Palmira, além de uma base militar, ocorreram ataques com granadas, um carro-bomba e fuzis, deixando duas pessoas feridas. A região de Cauca é conhecida pela forte presença de grupos guerrilheiros.
Militares e autoridades atribuem preliminarmente os ataques a dissidentes das Farc que romperam o acordo de paz de 2016. O governador de Cauca, Octavio Guzmán, e o presidente Gustavo Petro condenaram os atos, classificando os agressores como terroristas e narcotraficantes. Em resposta, o ministro do Interior, Armando Benedetti, anunciou medidas de inteligência e reforço de efetivo em Cali. O governo colombiano também oferece recompensas por informações que ajudem a prevenir atos terroristas e localizar os responsáveis.
Este é o segundo atentado em menos de um ano contra uma base militar na cidade, e a segurança pública é um tema central nas eleições, com candidatos denunciando ameaças. A candidata presidencial Paloma Valencia expressou solidariedade às vítimas e descreveu as cenas como terríveis, ressaltando a gravidade da situação em meio à campanha eleitoral.
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