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Semyon Gluzman, psiquiatra que desafiou abuso soviético, morre aos 79

Semyon Gluzman, médico ucraniano que denunciou o uso da psiquiatria para aprisionar dissidentes políticos na União Soviética, faleceu aos 79 anos.

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25/04 às 15:04

Pontos principais

  • Semyon Gluzman, médico e psiquiatra, faleceu aos 79 anos.
  • Ele foi preso por criticar o abuso da psiquiatria soviética contra dissidentes.
  • Gluzman dedicou sua vida a expor e combater a prática de declarar oponentes políticos como doentes mentais.
  • Após sua libertação, ele liderou esforços para confrontar o passado da psiquiatria em seu país.

Semyon Gluzman, um proeminente médico e psiquiatra ucraniano, faleceu aos 79 anos. Gluzman ficou conhecido por sua coragem em denunciar a prática da psiquiatria soviética de diagnosticar dissidentes políticos como doentes mentais, uma ação que o levou à prisão. Sua vida foi marcada pela luta incansável contra o uso da medicina como ferramenta de repressão política.

Após ser libertado, Gluzman continuou seu trabalho, liderando iniciativas para confrontar o passado sombrio da psiquiatria em sua região e garantir que tais abusos não se repetissem. Sua dedicação em expor e combater a instrumentalização da saúde mental para fins políticos deixou um legado significativo na defesa dos direitos humanos e da ética médica.

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