Casterra expande cultivo de mamona para biocombustíveis no Brasil
A empresa israelense Casterra planeja expandir o cultivo de mamona no Brasil para a produção de biocombustíveis, visando 200.000 hectares em cinco anos.
Pontos principais
- A Casterra, empresa israelense, busca expandir o cultivo de mamona no Brasil para uso em biocombustíveis.
- O objetivo é atingir 200.000 hectares plantados nos próximos cinco anos, com potencial de chegar a 1 milhão em dez anos.
- A empresa planeja investir entre US$5 milhões e US$10 milhões em marketing, suporte agronômico e uma unidade de produção de sementes.
- Testes de campo comerciais bem-sucedidos foram realizados na Bahia, em plantações de 74 hectares.
- A Casterra busca que agricultores cultivem mamona na safrinha, com foco em 2027.
A empresa israelense Casterra anunciou planos para expandir significativamente o cultivo de mamona no Brasil, com o objetivo de produzir biocombustíveis. A meta é alcançar 200.000 hectares plantados nos próximos cinco anos, com a possibilidade de chegar a 1 milhão de hectares em uma década. O Brasil, já um grande produtor de biocombustíveis, possui uma produção de mamona relativamente pequena em comparação com outras commodities agrícolas.
Para impulsionar essa expansão, a Casterra pretende investir entre US$5 milhões e US$10 milhões em marketing, suporte agronômico e na criação de uma unidade de produção de sementes. A empresa já realizou testes de campo comerciais bem-sucedidos na Bahia, em áreas de 74 hectares, e busca incentivar agricultores a cultivar mamona na safrinha, com foco principal em 2027. Pesquisas para aprimorar a qualidade da safra e a capacidade de colheita estão em andamento, em parceria com uma empresa italiana.
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