Bolívia e Chile manifestaram a intenção de restabelecer suas relações diplomáticas formais, que foram rompidas em 1975. A decisão é impulsionada pelas novas administrações dos presidentes Rodrigo Paz, da Bolívia, e José Antonio Kast, do Chile. A ruptura original ocorreu devido à falta de acordo sobre a reivindicação boliviana por uma saída soberana para o Oceano Pacífico, território perdido na Guerra do Pacífico (1879-1884).
Os chanceleres Fernando Aramayo, da Bolívia, e Francisco Pérez Mackenna, do Chile, já se reuniram para discutir uma agenda bilateral. Ambos os países buscam construir uma agenda positiva para o futuro, que inclui o fortalecimento dos laços comerciais e a coordenação de políticas migratórias. Apesar da busca por normalização, o Chile, sob a gestão de Kast, ordenou a construção de um fosso na fronteira com a Bolívia para combater a migração irregular, medida que não gerou objeções do governo boliviano.
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