A XP Investimentos realizou uma análise sobre o impacto da inteligência artificial (IA) no mercado brasileiro, identificando a tecnologia como uma oportunidade de crescimento "secular" com potencial para transformar indústrias e empregos globalmente. A corretora avalia que o Brasil possui características favoráveis para se destacar na IA na América Latina, como um grande mercado consumidor, familiaridade tecnológica e um ambiente propício à inovação, exemplificado pelo sucesso do Pix e das fintechs.
Para a análise, a XP dividiu as empresas em grupos de exposição à IA, utilizando o indicador HALO Trade (Ativos Pesados, Baixa Obsolescência) para identificar aquelas com muitos ativos físicos e baixo risco de obsolescência. Setores intensivos em capital, como Commodities e Propriedades Comerciais, foram considerados menos vulneráveis, enquanto Educação, Tecnologia, Mídia, Telecomunicações e Saúde apresentaram maior exposição. Entre as empresas, PRIO (PRIO3), Allos (ALOS3) e PetroRecôncavo (RECV3) foram apontadas como mais protegidas, enquanto Hypera (HYPE3), Totvs (TOTS3) e Priner (PRNR3) tiveram as menores pontuações de HALO Trade, indicando maior exposição aos avanços da IA.
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