JetBlue é processada por suposto uso de dados pessoais para precificar passagens
A JetBlue enfrenta uma ação coletiva proposta, acusada de usar dados pessoais de clientes para determinar os preços das passagens aéreas, prática denominada "precificação de vigilância".
Pontos principais
- A JetBlue foi alvo de uma ação coletiva proposta em um tribunal federal no Brooklyn.
- A queixa alega que a companhia aérea utiliza dados pessoais de clientes para definir os preços das passagens.
- A prática é referida como "precificação de vigilância", resultando em voos mais caros para os consumidores.
- A acusação surgiu após uma interação no X (antigo Twitter) onde a JetBlue sugeriu limpar o cache ou usar navegação anônima.
- A ação afirma que a JetBlue oculta o uso de "rastreadores" e compartilha dados com terceiros para aumentar tarifas.
A JetBlue está sendo processada em uma ação coletiva proposta, sob a acusação de utilizar dados pessoais de clientes para influenciar os preços das passagens aéreas. A queixa, apresentada em um tribunal federal no Brooklyn, alega que a companhia aérea emprega "rastreadores" ocultos e compartilha informações com terceiros para implementar uma estratégia de "precificação de vigilância", que resulta em tarifas mais altas para os consumidores.
As preocupações sobre essa prática surgiram após uma troca de mensagens no X (antigo Twitter), onde a JetBlue sugeriu a um cliente que limpasse o cache do navegador ou utilizasse uma janela anônima para obter preços diferentes. A ação judicial argumenta que a companhia aérea manipula os preços com base no perfil de dados dos clientes, tornando os voos mais caros e violando a privacidade dos usuários.
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