A China, que atualmente enfrenta uma armadilha deflacionária com preços em queda e demanda interna fraca, não se beneficiaria de um choque nos preços do petróleo, mesmo que causado por um conflito no Irã. Analistas indicam que, ao contrário de impulsionar a inflação desejada, o aumento dos custos de energia importada agravaria a situação econômica do país. A dependência chinesa de importações de petróleo a torna particularmente vulnerável a flutuações nos preços globais.
Este cenário de preços mais altos do petróleo e deflação interna criaria um dilema complexo para os formuladores de políticas chineses. As medidas monetárias e fiscais implementadas até o momento têm encontrado dificuldades em reverter a tendência deflacionária, sugerindo que um choque externo nos preços da energia complicaria ainda mais os esforços para estabilizar a economia.
20 abr, 15:05
10 abr, 15:07
10 abr, 09:03
30 mar, 01:01
2 mar, 06:00