CEOs dos EUA veem tarifas como permanentes, aponta pesquisa da PwC
Executivos americanos acreditam que as tarifas comerciais se consolidarão como uma constante no ambiente de negócios, exigindo adaptação e novas estratégias das empresas.
Pontos principais
- CEOs dos EUA consideram as tarifas uma premissa permanente de planejamento, não mais medidas de curto prazo.
- Apesar da derrubada de algumas tarifas pela Suprema Corte, a incerteza sobre impostos de importação persiste.
- O Congressional Budget Office projeta mais de US$ 4 trilhões em arrecadação de tarifas alfandegárias nos próximos 10 anos.
- Empresas enfrentam desafios nas cadeias de suprimentos e avaliam opções para reembolsos de tarifas pagas.
- Empresas como a Lamborghini registraram queda na rentabilidade e adiaram investimentos devido à pressão tarifária.
Uma pesquisa recente da PwC revela que CEOs americanos veem as tarifas comerciais como uma característica permanente do cenário de negócios, e não mais como medidas temporárias. Essa percepção exige que as empresas se adaptem e desenvolvam estratégias de mitigação para lidar com os impactos contínuos. Mesmo com a derrubada de algumas tarifas pela Suprema Corte, a incerteza sobre os impostos de importação permanece, com outras tarifas ainda em vigor.
O Congressional Budget Office reforça essa perspectiva ao projetar uma arrecadação superior a US$ 4 trilhões em receitas de tarifas alfandegárias nos próximos 10 anos. Diante desse cenário, empresas como a Lamborghini já registraram queda na rentabilidade e adiaram investimentos. As companhias agora enfrentam desafios nas cadeias de suprimentos e precisam decidir sobre a busca por reembolsos de tarifas pagas, avaliando opções como a venda de direitos a esses reembolsos ou seu uso como garantia para empréstimos, com os riscos associados a essas decisões.
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