Cerca de 8.000 pessoas morreram ou desapareceram em rotas migratórias em 2025, conforme relatório da Organização Internacional para as Migrações (OIM), agência de migração das Nações Unidas, publicado em 21 de abril de 2026. Embora o número seja inferior ao recorde de 2024, a OIM alerta para a existência de 1.500 casos suspeitos ainda não verificados. As rotas marítimas para a Europa foram as mais perigosas, contabilizando mais de 40% das fatalidades, com muitos casos sendo de 'naufrágios invisíveis' onde embarcações inteiras desaparecem sem deixar vestígios. A rota da África Ocidental para o norte registrou 1.200 mortes.
Além disso, a Ásia teve um número recorde de mortes, afetando principalmente refugiados Rohingya que fogem da violência em Mianmar ou de campos superlotados em Bangladesh. A diretora-geral da OIM, Amy Pope, ressaltou que, por trás dos números, estão indivíduos fazendo viagens perigosas e famílias aguardando notícias. A organização enfatiza que as rotas migratórias se alteram em resposta a conflitos, pressões climáticas e políticas, mas os riscos para os migrantes permanecem elevados.
20 abr, 00:01
5 abr, 11:01
28 mar, 11:01
26 fev, 12:05
31 jan, 10:01