Pentágono encerra obrigatoriedade da vacina da gripe para militares dos EUA
O Pentágono anunciou o fim da obrigatoriedade da vacina contra a gripe para militares dos EUA, alinhando-se à política do governo Trump de reduzir exigências federais de vacinação.
Pontos principais
- O secretário de Defesa Pete Hegseth anunciou que a vacina contra a gripe não será mais obrigatória para membros das Forças Armadas dos EUA.
- A decisão é justificada como uma medida para descartar obrigatoriedades que enfraquecem as capacidades de combate.
- A nova política permite que militares que desejarem tomar a vacina o façam, mas sem obrigatoriedade.
- A obrigatoriedade da vacina contra a Covid-19 para militares foi revogada em 2023, após ter sido imposta pelo ex-presidente Joe Biden.
- A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a vacina contra a gripe para pessoas a partir de 6 meses de idade.
O Pentágono anunciou que militares dos Estados Unidos não serão mais obrigados a tomar a vacina contra a gripe. A medida foi comunicada pelo secretário de Defesa Pete Hegseth, que justificou a decisão como uma forma de eliminar obrigatoriedades consideradas “absurdas e exageradas” que, segundo ele, enfraquecem as capacidades de combate das Forças Armadas.
Essa mudança se alinha a um movimento mais amplo do governo do presidente Donald Trump para reduzir as recomendações federais de vacinas. A obrigatoriedade da vacina contra a Covid-19 para militares já havia sido revogada em 2023, após ter sido imposta pelo ex-presidente Joe Biden, resultando na dispensa de milhares de militares que se recusaram a ser imunizados. A nova política permite que os militares que desejarem tomar a vacina contra a gripe o façam voluntariamente.
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