Juiz ordena pausa na fusão Nexstar-Tegna de US$ 6,2 bilhões
Um juiz distrital dos EUA emitiu uma liminar preliminar exigindo que Nexstar e Tegna suspendam sua fusão de US$ 6,2 bilhões, citando preocupações com aumento de preços e concorrência.
Pontos principais
- Um juiz distrital dos EUA emitiu uma liminar preliminar contra a fusão de US$ 6,2 bilhões entre Nexstar e Tegna.
- A decisão impede a consolidação das empresas, apesar de o negócio ter sido concluído no mês anterior.
- O juiz Troy Nunley concordou com a DirecTV que a fusão forçaria provedores de TV paga a aumentar preços, causando "danos irreparáveis".
- A liminar entrará em vigor em 21 de abril, proibindo ações de consolidação e exigindo que a Tegna opere como unidade de negócios separada.
- A Nexstar planeja recorrer da decisão judicial.
Um juiz distrital dos EUA emitiu uma liminar preliminar ordenando que as empresas de mídia Nexstar e Tegna suspendam sua fusão de US$ 6,2 bilhões. A decisão, proferida pelo juiz Troy Nunley, impede a consolidação das operações das empresas, mesmo após a conclusão do negócio no mês passado. A liminar atende a um pedido da DirecTV, que argumentou que a fusão levaria a um aumento nos preços para os consumidores e reduziria a concorrência no mercado de TV paga, causando "danos irreparáveis".
Apesar de o Departamento de Justiça e o Media Bureau da FCC terem aprovado a fusão, oito estados dos EUA e a DirecTV entraram com ações para bloqueá-la. A liminar, que segue uma ordem de restrição temporária concedida anteriormente, entrará em vigor em 21 de abril, proibindo qualquer ação de consolidação e exigindo que a Tegna opere como uma unidade de negócios separada. A Nexstar já anunciou que planeja recorrer da decisão.
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