Executivas migram para empresas médias em busca de autonomia
Mulheres em alta liderança estão deixando grandes corporações para atuar em empresas de médio porte, buscando maior autonomia e influência, impulsionando o crescimento dessas companhias.
Pontos principais
- 43,5% das mulheres em alta liderança em empresas médias vieram de organizações maiores, segundo relatório da Grant Thornton.
- A mudança reflete a busca por maior autonomia e capacidade de influência, com 91,9% dos executivos considerando iniciativas de igualdade de gênero ao buscar novas oportunidades.
- Empresas médias se destacam por suas iniciativas de diversidade, equidade e inclusão (DE&I), com 92,7% já as possuindo.
- Companhias com políticas estruturadas de diversidade apresentam melhores resultados em crescimento de receita e inovação.
- A paridade de gênero na alta gestão global ainda é distante, prevista para 2051, com mulheres ocupando 32,9% dos cargos atualmente.
Executivas experientes estão migrando de grandes corporações para empresas de médio porte, buscando maior autonomia e capacidade de influência. Essa tendência é confirmada pelo relatório Women in Business 2026 da Grant Thornton, que aponta que 43,5% das mulheres em alta liderança em empresas médias vieram de organizações maiores. A decisão reflete uma mudança de prioridades, com 91,9% dos executivos considerando iniciativas de igualdade de gênero ao buscar novas oportunidades, e 75,8% das empresas médias comprometidas com a igualdade de gênero.
Empresas com políticas estruturadas de diversidade, equidade e inclusão (DE&I) demonstram melhores resultados em crescimento de receita, expansão de funcionários e inovação. Embora o mercado de trabalho esteja mais qualificado e diverso, a paridade de gênero na alta gestão global ainda é um desafio, com projeção de alcance apenas em 2051, e mulheres ocupando 32,9% dos cargos de liderança atualmente.
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