A falta de um candidato brasileiro para o Comitê dos Direitos da Criança da ONU gera preocupação entre entidades de direitos humanos, que temem um avanço da extrema direita.

A ausência de um candidato brasileiro para o Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) tem gerado preocupação entre entidades de direitos humanos. Essas organizações temem que o vácuo deixado pelo Brasil possa ser preenchido por forças de extrema direita, impactando negativamente as discussões e políticas relacionadas aos direitos da criança em nível internacional.
A participação brasileira em organismos internacionais de direitos humanos é considerada fundamental para a defesa de pautas progressistas. A falta de representação do país nesse comitê específico é vista como um risco para o equilíbrio das forças e a manutenção de uma agenda que priorize os direitos da criança.
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