Produção global de DRAM deve atender apenas 60% da demanda até 2027
IA consome oferta e encarece memória: custo da RAM em celulares de entrada deve saltar de 20% para 40% do total até meados de 2026.
Pontos principais
- Fabricantes precisariam crescer 12% ao ano, mas expandem apenas 7,5%
- Operadores de data centers de IA compram antecipadamente anos inteiros de produção
- Samsung, SK Hynix e Micron abandonaram linhas antigas para focar em chips de alta margem
- Preços de memória para smartphones devem subir 80-85% entre o 1T e o 2T de 2026
- Na Índia, vendas de celulares caíram 3% no 1T para o menor nível em seis anos
A produção global de DRAM — o tipo de memória presente em servidores, celulares e computadores — deve atender apenas 60% da demanda até o fim de 2027, segundo dados do Nikkei Asia. Fabricantes precisariam expandir a produção em 12% ao ano para acompanhar, mas crescem 7,5%, de acordo com a Counterpoint Research.
Operadores de data centers de IA estão comprando antecipadamente a produção de anos inteiros, e Samsung, SK Hynix e Micron abandonaram linhas antigas de memória (DDR3, DDR4, LPDDR4) para focar nos chips de alta margem usados em IA. O custo da memória em smartphones de entrada deve saltar de 20% para cerca de 40% do custo de fabricação até meados de 2026, com os preços dos chips de memória subindo 80-85% entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano. Na Índia, as vendas de celulares caíram 3% no primeiro trimestre para o menor nível em seis anos.
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