Marcelo Gasparino, recém-eleito para o Conselho de Administração da Petrobras, defende que a estatal não deve se privar de seguir os preços de mercado para os combustíveis. Ele acredita que a chegada de Guilherme Mello, vindo do Ministério da Fazenda, à presidência do Conselho, pode auxiliar na gestão dessa questão. A posição de Gasparino alinha-se a uma diretriz de 2022 do próprio Conselho, que já havia definido a busca por rentabilidade e sustentabilidade, exigindo a prática de preços de mercado.
Apesar de a Petrobras ter abandonado o Preço de Paridade de Importação (PPI) em 2023, a defasagem nos preços do diesel ainda é considerável. Essa situação gera uma divisão interna no Conselho, com acionistas minoritários defendendo repasses imediatos e indicados pela União buscando proteger o mercado interno da volatilidade externa. Gasparino argumenta que a prática de preços de mercado permitiria à Petrobras, como maior pagadora de dividendos ao governo, contribuir ainda mais para as contas públicas.
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