O Papa Leão XIV concluiu sua visita a Camarões com uma missa em Yaounde e partiu para Angola, onde visitará um santuário ligado à escravidão.
O Papa Leão XIV concluiu sua visita de três dias a Camarões, celebrando uma Missa ao ar livre em Douala que reuniu uma multidão de 120.000 pessoas. Durante sua estadia, o pontífice fez um apelo vigoroso pela rejeição da violência, da desconfiança e da corrupção, criticando a desigualdade e os 'caprichos dos ricos e poderosos'. A visita, que ocorreu em um contexto de desafios de segurança e protestos no país, foi encerrada com uma missa na capital, Yaounde, antes de sua partida para Angola. A presença do primeiro Papa norte-americano é vista com esperança por muitos camaroneses.
Após os compromissos em Camarões, o Papa Leão XIV seguiu para Angola no sábado. Lá, ele visitará uma capela católica onde africanos escravizados eram batizados antes de serem forçados à perigosa viagem pelo Oceano Atlântico. A visita é considerada um momento simbólico por alguns africanos, refletindo sobre a herança da Igreja Católica em relação à escravidão e buscando fortalecer os laços religiosos e pastorais com os países africanos, abordando também questões históricas e sociais.
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