Empresas brasileiras estão recorrendo à Justiça para equalizar o valor do vale-transporte corporativo com o preço pago por consumidores comuns, devido a uma disparidade de até 27%.

Empresas no Brasil estão acionando a Justiça para contestar a diferença de preço no vale-transporte corporativo em comparação com o valor pago por consumidores comuns. A disparidade nos custos pode atingir até 27%, motivando as companhias a buscar a equalização dos valores. Consultorias especializadas no setor confirmam a existência dessa discrepância, que varia conforme o município e o modal de transporte utilizado.
Os pontos de venda para consumidores comuns, como casas lotéricas, aplicativos e bilheterias, oferecem créditos de vale-transporte a preços inferiores aos praticados para as empresas. Essa situação tem levado as organizações a recorrerem ao sistema judiciário na tentativa de reduzir seus custos operacionais relacionados ao benefício concedido aos funcionários.
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