Secretário de Defesa dos EUA usa Bíblia para atacar imprensa e cita Pulp Fiction
Pete Hegseth, Secretário de Defesa dos EUA, gerou controvérsia ao usar passagens bíblicas para criticar repórteres e citar "Pulp Fiction" como escritura sagrada.
Pontos principais
- Pete Hegseth, Secretário de Defesa dos EUA, comparou repórteres críticos a adversários de Jesus, usando passagens bíblicas.
- Hegseth também citou uma fala do filme "Pulp Fiction" como se fosse uma passagem bíblica durante um culto no Pentágono.
- A citação de "Pulp Fiction" foi erroneamente atribuída a Ezequiel 25:17 e usada como oração por um piloto em missão no Irã.
- Os comentários de Hegseth visam combater a cobertura negativa da guerra dos EUA e Israel contra o Irã.
- O incidente ocorre em meio a uma disputa entre o Presidente Trump e o Papa Leão, que criticou a manipulação da religião para ganhos militares.
O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, gerou forte controvérsia ao usar a Bíblia para atacar a imprensa e, em outra ocasião, citar o filme “Pulp Fiction” como se fosse uma passagem bíblica. Hegseth comparou repórteres críticos à administração Trump a adversários judeus de Jesus Cristo, afirmando que a imprensa que "odeia Trump" age como os fariseus, procurando apenas o negativo e com corações endurecidos. Os comentários visam combater a cobertura negativa da guerra dos EUA e Israel contra o Irã, em meio a uma crescente disputa entre o Presidente Donald Trump e o Papa Leão, que criticou a manipulação da religião para ganhos militares, econômicos e políticos.
Anteriormente, Hegseth havia gerado repercussão ao citar uma fala do filme “Pulp Fiction” como se fosse uma passagem bíblica durante um culto mensal no Pentágono. A citação, atribuída erroneamente ao livro de Ezequiel 25:17, é na verdade proferida pelo personagem Jules Winnfield antes de cometer um assassinato. Hegseth justificou o uso afirmando que o texto teria sido empregado como oração por um piloto em missão militar no Irã, referindo-se a ela como 'CSAR 25:17'. Ambos os incidentes geraram críticas nas redes sociais e levantaram questões sobre o uso de linguagem religiosa por membros do governo Trump em tempos de guerra.
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