O Pentágono está em negociações com grandes montadoras e empresas industriais dos EUA, como GM e Ford, para expandir a produção de armamentos e equipamentos militares, visando atender às crescentes demandas de defesa e reabastecer estoques.
O Pentágono está em negociações com grandes montadoras e empresas industriais dos EUA, incluindo General Motors e Ford, para expandir a produção de armamentos e equipamentos militares. O objetivo é utilizar a capacidade industrial civil para atender às crescentes demandas de defesa e reabastecer os estoques militares, em um movimento que remete à estratégia de produção de guerra da Segunda Guerra Mundial.
Autoridades do Departamento de Defesa se reuniram com executivos de alto escalão, como Mary Barra da GM e Jim Farley da Ford, para discutir como as linhas de produção civis poderiam ser adaptadas. Esta iniciativa visa complementar os fornecedores tradicionais de defesa e superar entraves regulatórios e contratuais, impulsionada pela pressão sobre os estoques de munições dos EUA, após os envios para a Ucrânia e as necessidades adicionais decorrentes da guerra no Irã. O Departamento de Defesa solicitou um orçamento de US$ 1,5 trilhão para ampliar a produção de munições, drones e equipamentos estratégicos.
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