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Pentágono negocia com GM e Ford para expandir produção de armas

O Pentágono está em negociações com grandes montadoras e empresas industriais dos EUA, como GM e Ford, para expandir a produção de armamentos e equipamentos militares, visando atender às crescentes demandas de defesa e reabastecer estoques.

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Foto: InfoMoney
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16/04 às 12:03

Pontos principais

  • O Pentágono iniciou conversas com empresas como General Motors, Ford, GE Aerospace e Oshkosh para aumentar a produção de armas.
  • O objetivo é usar a capacidade industrial civil para atender às demandas militares, preparando-se para uma "postura de tempos de guerra".
  • Autoridades do Departamento de Defesa se reuniram com executivos como Mary Barra (GM) e Jim Farley (Ford) para discutir o redirecionamento de linhas de produção.
  • A iniciativa ocorre devido à pressão sobre os estoques de munições dos EUA, após envios para a Ucrânia e necessidades adicionais pela guerra no Irã.
  • O Departamento de Defesa solicitou um orçamento de US$ 1,5 trilhão para ampliar a produção de munições, drones e equipamentos estratégicos.

O Pentágono está em negociações com grandes montadoras e empresas industriais dos EUA, incluindo General Motors e Ford, para expandir a produção de armamentos e equipamentos militares. O objetivo é utilizar a capacidade industrial civil para atender às crescentes demandas de defesa e reabastecer os estoques militares, em um movimento que remete à estratégia de produção de guerra da Segunda Guerra Mundial.

Autoridades do Departamento de Defesa se reuniram com executivos de alto escalão, como Mary Barra da GM e Jim Farley da Ford, para discutir como as linhas de produção civis poderiam ser adaptadas. Esta iniciativa visa complementar os fornecedores tradicionais de defesa e superar entraves regulatórios e contratuais, impulsionada pela pressão sobre os estoques de munições dos EUA, após os envios para a Ucrânia e as necessidades adicionais decorrentes da guerra no Irã. O Departamento de Defesa solicitou um orçamento de US$ 1,5 trilhão para ampliar a produção de munições, drones e equipamentos estratégicos.

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