Importações chinesas de equipamentos para chips via Sudeste Asiático bateram recorde em 2025 e superaram embarques diretos dos EUA, que caíram 34%.
A análise da Nikkei Asia mostra que os controles de exportação americanos estão sendo contornados por rotas indiretas, com compradoras chinesas pagando prêmio para acessar ferramentas via hubs no Sudeste Asiático. É o efeito previsível do endurecimento: volumes diretos caem, volumes reexportados explodem.
Enquanto isso, a YMTC — a maior fabricante chinesa de memória NAND — planeja dobrar a capacidade e aumentou a proporção de equipamento doméstico para mais da metade, combinando dependência contornada com substituição progressiva. A combinação dos dois dados sugere que a política americana não está fechando a porta da China, apenas encarecendo-a.
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