A B3 ainda não definiu o sucessor de Gilson Finkelsztain, que deixará o cargo de CEO para assumir uma posição no Santander. A decisão, aguardada há quase um mês, encontra o conselho da bolsa dividido entre a promoção de nomes internos, como Luiz Masagão e Mario Palhares, e a contratação de um executivo externo. Uma empresa de recrutamento foi acionada e apresentou um candidato de banco de investimento que obteve aprovação de parte do board, embora as conversas ainda sejam incipientes.
A preferência por uma transição interna é vista como uma forma de garantir maior suavidade e menor ruptura na gestão da B3. A expectativa é que um anúncio oficial sobre o novo CEO seja feito nas próximas semanas. A ideia inicial de Finkelsztain de conciliar um assento no conselho do Santander com sua posição na B3 foi vetada pelo conselho da bolsa, citando potenciais conflitos de interesse.
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