A liberação de 20% do saldo do FGTS para quitação de dívidas, embora sem impacto imediato, é vista como um risco à sustentabilidade do fundo a longo prazo devido ao uso político recorrente.
O governo federal planeja permitir que trabalhadores utilizem até 20% do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar dívidas. Embora a medida não afete o fundo de forma imediata, ex-gestores alertam para riscos a longo prazo. Eles apontam que o uso político recorrente do FGTS, através de liberações e medidas semelhantes nas últimas duas décadas, tem desacelerado o crescimento de seu patrimônio.
A redução na velocidade de crescimento do patrimônio do FGTS pode impactar sua capacidade de financiamento futuro, levantando preocupações sobre a sustentabilidade do fundo após 2030. A medida visa auxiliar trabalhadores endividados, mas especialistas ressaltam a necessidade de equilibrar o benefício imediato com a saúde financeira do fundo a longo prazo.
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