Oferta global desabou 10,1 milhões de barris/dia em março; Europa já acumula US$24 bi em custos extras com energia desde fevereiro.
No relatório de abril, a Agência Internacional de Energia projetou a primeira queda anual na demanda global de petróleo desde a pandemia: contração de 80 mil barris por dia em 2026, revertendo a previsão de crescimento publicada em março. A oferta global desabou 10,1 milhões de barris por dia no mês passado, o maior choque de fornecimento do século.
Mesmo com o bloqueio naval entrando em vigor, sinais de diálogo entre EUA e Irã fizeram o Brent recuar para US$97,50, o S&P 500 subir 1% e as bolsas asiáticas dispararem. A conta da Europa já ultrapassa US$24 bilhões em custos extras com combustíveis fósseis desde fevereiro. Von der Leyen chamou o abandono nuclear de 'erro estratégico', e a Comissão Europeia deve aprovar seis novos reatores na França.
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