As exportações chinesas registraram a menor taxa em cinco meses, crescendo 2,5% em março, devido ao aumento dos custos de energia e transporte pela guerra no Oriente Médio.
As exportações da China apresentaram uma desaceleração acentuada em março, registrando um crescimento de apenas 2,5%, a menor taxa em cinco meses. Este resultado contrasta com o aumento de 21,8% observado no período de janeiro a fevereiro e ficou abaixo da previsão de 8,3% dos economistas. A desaceleração é amplamente atribuída ao impacto da guerra no Oriente Médio, que elevou os custos globais de energia e transporte, prejudicando a demanda internacional por produtos chineses. A China, a segunda maior economia do mundo, depende da demanda externa para compensar a fraqueza do consumo interno, tornando-a vulnerável a choques externos.
O superávit comercial chinês em março foi de US$ 51,13 bilhões, significativamente abaixo das projeções de US$ 108 bilhões. Em contrapartida, as importações chinesas registraram um aumento robusto de 27,8% no mesmo mês, o maior desde novembro de 2021. A China é o maior fabricante e importador de energia do mundo, o que a torna particularmente suscetível a flutuações nos preços globais de energia.
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