A CPI do Crime Organizado finaliza seus trabalhos sem analisar todas as declarações de imposto de renda do Banco Master, que revelaram repasses bilionários a figuras públicas e empresas.
A CPI do Crime Organizado encerrou suas atividades sem concluir a análise completa das declarações de imposto de renda do Banco Master. Os documentos, que abrangem o período de 2022 a 2025, revelaram repasses de R$ 7,3 bilhões a diversas figuras públicas e empresas. Diante da inconclusão, o relator da CPI, senador Alessandro Vieira, encaminhará o material a órgãos como a Polícia Federal para que as investigações sejam aprofundadas.
Entre os nomes que receberam valores do Banco Master estão escritórios de advocacia ligados a Viviane de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, e Ricardo Lewandowski, ex-ministro do STF. Ex-ministros como Henrique Meirelles e Guido Mantega, além de ex-auxiliares de Jair Bolsonaro, também figuram na lista. Outros nomes incluem Michel Temer, Jaques Wagner, Antônio Rueda, Marconi Perillo, ACM Neto e empresas associadas à família de Ratinho Junior. Embora o recebimento de recursos não seja prova de irregularidade, especialistas apontam a necessidade de apurar potenciais conflitos de interesse.
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