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Amazon compra Globalstar por US$ 11,6 bilhões para competir com Starlink

A Amazon adquiriu a Globalstar por US$ 11,6 bilhões para fortalecer sua rede de satélites Amazon Leo e intensificar a concorrência com a Starlink da SpaceX no mercado de conexão via satélite.

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Foto: InfoMoney
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14/04 às 10:02 · atualizado há 2m

Pontos principais

  • A Amazon comprará a Globalstar por US$ 11,6 bilhões, oferecendo US$ 90 por ação ou 0,32 ações da Amazon.
  • A aquisição visa acelerar a construção da rede de satélites da Amazon, Amazon Leo, para competir com a Starlink da SpaceX.
  • O negócio representa um prêmio de 23,5% sobre o preço de fechamento da Globalstar na segunda-feira e deve ser concluído em 2027.
  • A Amazon planeja lançar 3.200 satélites em órbita baixa até 2029, com metade em operação até julho de 2026.
  • As ações da Globalstar subiram cerca de 9% no pré-mercado após o anúncio formal, enquanto as ações da Amazon subiram 1,2%.
  • A Globalstar opera cerca de duas dezenas de satélites e fornece tecnologia para o recurso “SOS de Emergência” da Apple.

A Amazon anunciou a compra da Globalstar, uma empresa de satélites, por aproximadamente US$ 11,6 bilhões (R$ 57,83 bilhões). A aquisição, que oferece US$ 90 por ação da Globalstar ou 0,32 ações da Amazon, visa fortalecer a presença da Amazon no mercado de internet via satélite e intensificar a competição com a Starlink da SpaceX, de propriedade de Elon Musk, que atualmente lidera o setor. O negócio representa um prêmio de 23,5% sobre o preço de fechamento da Globalstar na segunda-feira e deve ser concluído em 2027. Após o anúncio, as ações da Globalstar registraram alta de cerca de 9% no pré-mercado, enquanto as ações da Amazon subiram 1,2%.

O projeto de satélites da Amazon, agora denominado Amazon Leo, planeja lançar 3.200 satélites em órbita baixa até 2029, com a meta de ter metade deles operacionais até julho de 2026. A Globalstar, sediada na Louisiana, opera cerca de duas dezenas de satélites e fornece tecnologia para o recurso “SOS de Emergência” da Apple, podendo ajudar a Amazon a cumprir sua meta de ter 1.600 satélites em órbita até julho, para a qual a Amazon solicitou dispensa ou prorrogação à FCC. Esta transação demonstra o alto investimento no setor de comunicação via satélite e a busca da Amazon por expandir seu próprio negócio de satélites em órbita da Terra, marcando um movimento estratégico no crescente mercado de conexão via satélite.

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