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Chatbot de IA ajuda mulher a descobrir doença rara após anos de erros médicos

Uma mulher diagnosticada erroneamente por anos descobriu uma condição rara com a ajuda de um chatbot de inteligência artificial, destacando o potencial da IA na medicina.

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Foto: G1 - Economia
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13/04 às 20:03 · atualizado 14/04 às 03:01

Pontos principais

  • Phoebe Tesoriere, de 23 anos, sofreu por anos com sintomas inexplicáveis e diagnósticos errados, incluindo ansiedade e epilepsia.
  • Médicos alertaram Phoebe que ela seria tratada como paciente de saúde mental se continuasse buscando ajuda no pronto atendimento.
  • Após uma convulsão e três dias em coma, Phoebe recorreu ao ChatGPT, descrevendo seus sintomas e histórico médico.
  • O chatbot sugeriu a Síndrome de Ehlers-Danlos (SED) e, em outro caso, paraplegia espástica hereditária, que foi confirmada por testes genéticos.
  • Especialistas confirmaram os diagnósticos sugeridos pela IA, validando o potencial da ferramenta.

Uma mulher identificou uma condição rara com a ajuda de um chatbot de inteligência artificial, o ChatGPT, após anos de diagnósticos errados e ser desacreditada por médicos. Phoebe Tesoriere, de 23 anos, que sofria com sintomas inexplicáveis, foi repetidamente diagnosticada erroneamente com condições como ansiedade e epilepsia. Ela chegou a ser alertada por profissionais de saúde que seria tratada como paciente de saúde mental se continuasse a procurar ajuda no pronto atendimento.

Em um ato de desespero, após uma convulsão e três dias em coma, Phoebe descreveu seus sintomas e histórico médico ao ChatGPT. O chatbot sugeriu a Síndrome de Ehlers-Danlos (SED) e, em outro caso, paraplegia espástica hereditária. Com essa informação, Phoebe procurou especialistas que confirmaram os diagnósticos sugeridos pela IA, demonstrando o potencial da inteligência artificial para auxiliar em diagnósticos complexos e desafiar abordagens médicas tradicionais. A clínica geral Rebeccah Tomlinson aconselha que os resultados de pesquisas com IA sejam discutidos com profissionais de medicina, e um estudo da Universidade de Oxford aponta que o uso de IA para conselhos de saúde pode gerar resultados bons e ruins, dificultando a identificação de informações confiáveis.

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