A China anunciou dez novas medidas de incentivo para Taiwan, incluindo flexibilização de turismo e comércio, após a visita do líder da oposição taiwanesa.
A China anunciou dez novas medidas de incentivo para Taiwan, focando na flexibilização do turismo e do comércio, após a visita de Cheng Li-wun, presidente do partido de oposição Kuomintang (KMT), a Pequim. As iniciativas incluem a retomada total dos voos e o estabelecimento de um mecanismo de comunicação entre o KMT e o Partido Comunista da China. A agência de notícias estatal Xinhua indicou que as medidas visam facilitar o comércio de alimentos e pesca, mas com a condição política de "oposição à independência de Taiwan".
As reações em Taiwan foram divididas: o Conselho de Assuntos Continentais classificou as concessões como "pílulas envenenadas", enquanto o KMT as interpretou como um "presente". A China, que considera Taiwan uma província rebelde, recusa-se a dialogar com o atual presidente taiwanês, Lai Ching-te, por considerá-lo um "separatista".
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